A Densitometria Óssea é um exame utilizado para medir a densidade mineral dos ossos.
O exame auxilia na avaliação da saúde óssea, na investigação da osteopenia e da osteoporose e no acompanhamento de pacientes com risco aumentado de perda de massa óssea.
É considerado o principal método para avaliação da densidade óssea e para estimativa do risco de fraturas relacionadas à fragilidade dos ossos.
Exame utilizado no diagnóstico e acompanhamento de :
Além da avaliação da densidade óssea, a tecnologia DEXA também pode ser utilizada para análise da composição corporal.
O exame permite medir de forma precisa a distribuição dos principais componentes do corpo, incluindo:
Essas informações podem auxiliar médicos e outros profissionais de saúde no acompanhamento de diferentes condições clínicas e estratégias relacionadas à saúde corporal.
A densitometria é um exame de imagem que utiliza uma quantidade muito baixa de radiação para avaliar a quantidade de minerais presentes nos ossos.
As regiões mais frequentemente avaliadas são:
Os resultados ajudam o médico a identificar alterações da massa óssea e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.
A osteopenia é uma redução da densidade óssea que pode representar um estágio intermediário entre a saúde óssea normal e a osteoporose.
A osteoporose é uma condição caracterizada pela diminuição da resistência dos ossos, aumentando o risco de fraturas, especialmente em locais como coluna, quadril e punho.
Em muitos casos, a perda óssea ocorre de forma silenciosa ao longo dos anos.
A Densitometria Óssea pode ser indicada para:
A indicação deve ser realizada pelo médico responsável.
Durante o exame, o paciente permanece deitado sobre a mesa do equipamento enquanto as imagens são obtidas.
O procedimento é rápido, indolor e não invasivo.
Na maioria dos casos, o exame dura entre 10 e 20 minutos.
✔ Exame rápido
✔ Não invasivo
✔ Indolor
✔ Baixa exposição à radiação
✔ Avaliação precisa da densidade mineral óssea
✔ Auxílio na prevenção de fraturas relacionadas à osteoporose
A frequência varia conforme a idade, os fatores de risco e a indicação médica.
O acompanhamento deve ser individualizado.
Sim.
Embora a osteoporose seja mais comum em mulheres após a menopausa, homens também podem apresentar perda de massa óssea e se beneficiar da avaliação quando houver indicação médica.
Sim.
O exame pode ser utilizado para monitorar a evolução da densidade óssea e acompanhar a resposta a tratamentos relacionados à saúde dos ossos.
É um exame que permite avaliar a proporção de gordura corporal, massa muscular e massa magra de forma detalhada e precisa.
O exame permite estimar a quantidade de massa muscular presente em diferentes regiões do corpo.
Essa avaliação pode auxiliar no acompanhamento de alterações relacionadas ao envelhecimento, à prática de atividade física e a determinadas condições clínicas.
A análise identifica o percentual e a quantidade de gordura corporal, fornecendo informações mais detalhadas do que o peso corporal isoladamente.
A gordura visceral é aquela localizada na região abdominal, ao redor dos órgãos internos.
Seu excesso pode estar associado ao aumento do risco de diversas condições metabólicas e cardiovasculares.
A avaliação da gordura visceral é uma das informações mais valorizadas da análise de composição corporal por DEXA.
O exame permite visualizar como a gordura está distribuída em diferentes regiões do corpo, fornecendo informações que não podem ser obtidas apenas por meio da balança ou do índice de massa corporal (IMC).
A avaliação pode ser considerada em diferentes contextos, incluindo:
A indicação deve sempre ser realizada pelo profissional responsável pelo acompanhamento do paciente.
Não.
O peso informa apenas quantos quilos uma pessoa possui.
A composição corporal mostra como esse peso está distribuído entre músculos, gordura e outros tecidos.
Ambos são métodos utilizados para avaliação da composição corporal.
O DEXA é amplamente reconhecido por sua precisão e pela capacidade de fornecer informações detalhadas sobre gordura corporal, massa muscular e distribuição regional dos tecidos.
Sim.
A avaliação pode auxiliar no acompanhamento das mudanças corporais ao longo do tempo, incluindo alterações relacionadas à massa muscular e à composição corporal.
Não.
O exame pode ser útil para diferentes perfis de pessoas, incluindo adultos, idosos e pessoas em acompanhamento nutricional ou clínico.
O peso e o IMC fornecem informações gerais, mas não mostram quanto desse peso corresponde a músculos, gordura ou massa óssea.
Já A análise de composição corporal permite uma avaliação mais detalhada da composição do organismo, oferecendo informações que vão além dos números da balança.
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